Marry me, today and every day...
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Ela é a mulher da minha vida e eu passei algum tempo tentando lutar contra isso, e ela também. Mas o que importa é que hoje estamos aqui, e nada pode acabar com tudo que construímos. Eu te amo, branquinha! ♥
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Crie gatos ou cachorros. Crie um hamster, coelhos ou pássaros. Crie lagartos, crie até mesmo minhocas… Só não crie expectativas.

Erika B.

Ela abriu os olhos. Estava tudo escuro, ela estava numa cama que não era dela. Por baixo da porta ela via a luz entrando e várias sombras passavam ali. A musica alta também atravessa a porta e martelava ainda mais a dor que já estava na cabeça dela. Levantou lentamente e foi ao banheiro que tinha no fundo do quarto. Acendeu a luz, foi quando se olhou no espelho e não pode reconhecer a si mesma. Seus olhos estavam vermelhos, a maquiagem negra estava toda borrada por ali, a sua pele estava mais branca que o de costume e na boca um batom vermelho que a destacava do resto do rosto. A única pergunta que habitava na cabeça dela era: “No que eu me transformei?”. Juntou suas coisas que estavam espalhadas pelo quarto e abriu a porta. A casa esta lotada, as pessoas riam e apontavam quando ela passava. Apenas desceu as escadas correndo, e sem falar um palavra com ninguém foi embora. Caminhou sozinha pela noite fria, e agora o que habitava sua cabeça era uma certeza: “Eu preciso reencontrar o meu caminho”.

Erika B.

Saudades de quando eu usava maquiagem apenas para ficar mais bonita, e não para esconder os olhos cansados de mais uma noite de lágrimas.

Erika B.

É que dai você percebe, que mesmo dando o seu melhor, não é suficiente.

Erika B.

Apertava os olhos tentando conte-las, mas o caminho negro que o rímel escorrido formava na pele branca denunciava as lágrimas caídas. O quarto estava escuro, e o único barulho era o da chuva batendo contra a janela. Os sonhos tinha desmoronado, e a esperança já tinha ido embora faz tempo. Ela se levantou e lavou o rosto, respirou fundo e se olhou no espelho. O mundo que ela criará tinha se perdido, e a realidade a puxava de volta. Tinha chegado a hora de crescer. 

Essa foi a morte da inocência, e o nascimento de um coração congelado pela dor.

Erika B.

Seria perfeito se todos os “pra sempre” fossem eternos, se todos os “te amo” fossem sinceros, se todas as promessas fossem cumpridas. Realmente seria perfeito… se não fosse tão utópico.Chega a ser até engraçado pensar em como as pessoas banalizam o sentimento que devia ser o mais puro de todos. Tratam-no como se fosse descartável, como se você pudesse acha-lo a cada esquina que vira. O amor devia ser o momento mais lindo da vida, devia ser único, puro, mágico, devia fazer você flutuar com borboletas no estômago. Mas que espaço pode haver pra toda essa magia se não podemos confiar que somos o único ao ouvir as doces palavras, que somos o único a ganhar o beijo tão apaixonado, que somos o único a ganhar o abraço tão confortador? Como podemos flutuar, se as lágrimas nos olhos pesam depois de cada descoberta? Como podemos manter o sorriso nos lábios se da pra sentir o coração sangrando depois de mais um mentira?
O tal do amor, na verdade o que sei sobre ele, é apenas o que ele deveria ser, e como ele deveria me fazer sentir. Agora o que realmente sei e acredito, é que amor e utopia são as duas palavras que mais se assemelham nesse mundo onde o que vale é ser o garanhão, a pegadora!

Erika B.

Love has surely shifted my way ♥